<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041805749690985922</id><updated>2011-08-23T13:30:06.850-03:00</updated><title type='text'>Artur Madruga</title><subtitle type='html'>Este blog se destina a publicação literária de Artur Madruga: Contos, poesias, novelas, crônicas, ensaios.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alquimeragrazak.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041805749690985922/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alquimeragrazak.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alquimera Grazak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17025782303200975277</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_OkV8grEJfGY/RcAqgmqkCqI/AAAAAAAAAAM/d6hvkNKxLhc/s320/alquimera.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041805749690985922.post-4161680132443181644</id><published>2007-01-30T23:12:00.000-02:00</published><updated>2007-01-31T04:02:06.405-02:00</updated><title type='text'>Prefácio de Tiremos A Sorte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Artur Madruga, uma das revelações do Concurso Literário "Habitasul/Correio do Povo", em 1978, é muito jovem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Ao contrário da maioria, recusou-se até agora a praticar o néo-realismo em voga, preferindo as formas" livres" da ficção intemporal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Ou por outra: nega-se a engajar a sua prosa num "ismo" qualquer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Isso, de certo modo, sanciona e qualifica uma visão de mundo que o aproxima dos escritores mais independentes, um Hermann Hesse, uma Clarice Lispector, um Caio Fernando Abreu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;A trama psicológica é fixada por ele com gosto. A linguagem emblemática, por conseguinte, é a que melhor se presta a traduzir o que ele, Madruga, visiona com amplitude. Nesse particular é quase um poeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;O mundo em que se vê mergulhado é menos um ordenamento do Estado, da Cidade, do Capital ou do Trabalho, que um espetáculo ininteligível, uma espécie de circo em que só têm vez as contorsões, os jogos malabares, a vertigem dos trapézios, tudo isso cercado por faixas intermináveis de cintilações, de luzes misteriosas - um espetáculo mais para os sentidos do que para a inteligência crítica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Experimente o leitor. O contista gaúcho que ora aparece com sua primeira coletânea de contos tem estilo próprio e trabalha um material nobre. É ainda muito novo, como disse eu acima. Contudo, marca sua presença entre os contemporâneos com algumas páginas muito expressivas. Venho aplaudí-lo calorosamente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Guilhermino Cesar ( 1986)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026063923768724130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_OkV8grEJfGY/RcAqgmqkCqI/AAAAAAAAAAM/d6hvkNKxLhc/s320/alquimera.JPG" border="0" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Texto do Editor Paulo Betancur ( 1986):&lt;br /&gt;A alucinação é um dos dois elementos da literatura de Artur Madruga. O amor é o outro. Amor intenso, talvez obsessivo, com a intensidade da paixão mas, ao contrário desta, lento, paciente, feito sobretudo de diálogo - por isso amor.&lt;br /&gt;O estilo delicado - que algum dia leu Gide - destila as densas sombras de Caio Fernando Abreu e Clarice Lispector. Mas Artur não desaparece nessas sombras. Oculta-se nelas, às vezes, porém dali emite sinais indiscutivelmente particulares . Noutras, sai à luz, luz que ele persegue, sempre obcecado pela cor, pelo cromatismo mutante, pela natureza pictórica da vida.&lt;br /&gt;O gênero de que se serve observa algumas características do conto, mas raramente é conto. A época, de qualquer forma, propicia a extinção das fronteiras entre os gêneros. E só nos resta, talvez, apontar o que é e o que não é poesia.&lt;br /&gt;A linguagem, no caso dele, é elemento vital, quase nunca condutor da ação, mas a ação mesma, ou no mínimo um dos elementos desta ação. Uma síntaxe nem sempre comedida tece a lírica corajosa de Artur, que arrisca-se ao excessivo eventualmente, mas arrisca-se, e sempre extrai uma descoberta.&lt;br /&gt;Escritor que, embora tenha família estilística ( jamais somos inteiramente órfãos), na mesmice coletiva em que a literatura naufraga - e com ela os leitores-, busca a sua dicção sem falsete - apesar dos ecos, inevitáveis em quem realmente leu.&lt;br /&gt;------------------------------------------------------------------------------------------------ &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041805749690985922-4161680132443181644?l=alquimeragrazak.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alquimeragrazak.blogspot.com/feeds/4161680132443181644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5041805749690985922&amp;postID=4161680132443181644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041805749690985922/posts/default/4161680132443181644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041805749690985922/posts/default/4161680132443181644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alquimeragrazak.blogspot.com/2007/01/prefcio.html' title='Prefácio de Tiremos A Sorte'/><author><name>Alquimera Grazak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17025782303200975277</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_OkV8grEJfGY/RcAqgmqkCqI/AAAAAAAAAAM/d6hvkNKxLhc/s320/alquimera.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OkV8grEJfGY/RcAqgmqkCqI/AAAAAAAAAAM/d6hvkNKxLhc/s72-c/alquimera.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
